segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Capítulo 13: Cidade Fantasma

Alguma coisa passa por nós, uma sombra eu acho.
- Quem está aí? - Pergunto
Ninguém responde, está totalmente claro aqui em baixo, mas mesmo assim não consigo ver essa sombra
- Alguém? - Pergunto novamente, mas ninguém responde
- Ei gente! Uma saída! - Diz Isabel
- Vamos nessa. - Exclamo... Mas algo está diferente
Saímos, está de noite
- Não estamos mais no Rio de janeiro?
- Não. É fácil ver. Tudo está escrito em inglês. - Respondo
Mais zumbis aparecem, mas parece que só eu percebo
Dou um tiro. Nossa... Essa arma lança... Ar? Dou outros tiros, os zumbis são jogados fortemente para trás enquanto se despedaçam
- Onde fica o carregador da minha arma? - Pergunta Camila
- Não sei ué. A minha parece não ter também
- Gente, essa cidade não está abandonada? - Pamella olha em volta
- É, acho que sim.
Caminhamos até um hotel, os quartos são gigantes, tudo aqui está funcionando perfeitamente, luz. Tudo. Só não encontramos um computador, e pessoas.
- Uma TV! - Diz Roberto
Todos nós ficamos em volta dela enquanto ele a liga, está passando uma novela, pelo menos eu acho que é uma novela.
- Por que Deus, por que está passando uma novela e não um jornal? - Exclamo
Roberto muda de canal, e está passando o jornal da noite! Tudo em inglês, eu sou bom demais, mas algumas palavras passam muito rápido. Começa o comercial. Explico para os meus amigos que não entendi umas palavras, mas sim o que queria dizer:
- Ok, o Brasil todo está infectado, Portugal e Espanha também. Eu tenho quase certeza que aqui é Manhattan.

Dormimos, temos que descansar. Logo que acordamos decidimos sair, vasculhamos a cidade, alguns folhetos meios soltos, o tempo está horrível, está de manhã e definitivamente a cidade é uma cidade fantasma.
- Vamos por aqui - Diz Roberto
- Melhor não. - Respondo
Roberto não ouve segue o caminho, somos obrigados a segui-lo. Muitos prédios, mas... Um supermercado! Passamos 4 ou 3 dias bebendo água da piscina, e depois ela acabou, comemos coisas que sobraram na cantina, quase nada. Mas deu pra viver. Finalmente vamos poder comer de verdade. Entro no supermercado, todos estão comigo. Menos Roberto.

Capítulo 12: Tudo novo.

Parece, não sei. Um Metrô...
- Ei galera! Armas! - Diz Breno
Cada um pega uma arma, menos uma que sobra, então eu vou lá e pego pra mim. Mas mesmo assim me sinto estranho.
- Olá! Gostaram do novo lugar? - Só ouvimos a voz dele, Baljeabb.
- Não muito
- Bem, foi o pedido de vocês. Agora eu tenho o meu pedido. E ele tem que ser aceito.

- Certo, pode falar. - Fica até difícil de ver os meus amigos de tão escuro, só vejo uma pequena luz, no fim desse longo túnel
- Agora, eu quero um corpo, preciso de uma alma nova. Agora - Diz Baljeabb
- Não podemos fazer isso!
- Não estou pedindo, isso é uma ordem. - Diz ele
- Eu vou - Diz Rogério.
- Não, eu posso ir também. - Fala Breno
- Só um. - Não sei por que, mas Baljeabb só quer um.
- Ligue a luz então Baljeabb.
As luzes se acendem, bem melhor, sabe... Aqui nem é tão assustador. Luís dá um empurrão tão forte em Roberto com que faz que caia na frente de Baljeabb
- Você vem comigo. - Diz Baljeabb com uma voz, um tanto quanto... Fria.
Roberto fica indignado:
- Eu? Por que eu?
Baljeabb responde:
- Não você. O que te empurrou.
- Luís. - Diz Carolina, bem baixinho do meu lado
- Esqueceu que eu sou Deus? Eu sei quem foi. Venha agora. - Baljeabb diz para Luís. Lógico.  Luís some, só ouvimos o grito dele.
Tento falar com o grupo, para ninguém ficar muito amedrontado, não tanto quanto eu:
- Ok, somos só 10, dá pra sobreviver.
- O quê? Dá é? Aquele Deus matou um dos nossos! - Diz Carol
- Esse ‘um dos nossos’ tentou matar um dos nossos também, lembra? - Respondo - Só não podemos nos perder, vamos.
Caminhamos lentamente. Tudo aqui está destruído. Essas armas não existem, nunca as vi, e olha que eu jogo muito jogos de guerra, mas elas parecem... Futurísticas.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Capítulo 11: Ataques diferentes e lugares diferentes.

Provavelmente foi uma harpia. Ela vai pagar!
Atraio a atenção dela correndo de um lado para o outro e finjo que caio, ela vai me atacar quando o facão atravessa sua pele. Não sabia que eu era assim tão bom, olhos pros lados, monstros. Mas cadê o helicóptero?
Corro em direção dos meus amigos
- Ei, onde está o helicóptero? É aquilo pegando fogo?
- É sim, foram aqueles esqueletos! - Responde Luís
Começo a bater pra valer, até que esse escorpião homem pega meu facão.
- Ajuda por favor? - Peço para meus amigos
O escorpião grita de dor, Breno e sua estaca.
- Te salvei não é? - Diz Breno
- Pois é, estou te devendo uma! - Sou cortado por algo nas minhas costas, fui golpeado por uma harpia! Mas fui salvo, agradeço a Fernanda e pego meu facão.
Mais monstros? Um fazendeiro com uma marreta gigante, esqueletos em formas de dinossauros, alguns robôs monstros, um demônio gigante que pega fogo, tudo que você imaginar! E junto com eles, zumbis!
Começamos a correr muito, mas o espaço é todo aberto, a menos que...
- Gente, me sigam! Tive uma ideia! - Grito aos meus amigos enquanto abro aquela porta de pedra, tudo está como antes, o corredor, quadros e uma parede vermelha.
- O que viemos fazer aqui? - Pergunta Luís
- Você vai ver, vou fechar a porta, não sei se vai adiantar, por isso temos que ser rápidos - Respondo
Grito:
- Socorro! Minha alma! Alguém me ajude! Por favor!
Baljeabb aparece, eu sabia!
- Olá de novo humano. - Diz ele
- É, oi. Precisamos de ajuda!
- Em quê?
A porta está batendo, eles vão entrar!
- Tem monstros lá fora! Feche essa porta direito Baljeabb! - Grita Fernanda
Baljeabb fica parado. E os barulhos na porta param.
- O quê você fez? - Pergunto
- Ajudei vocês, e então. O que realmente querem? - Ele pergunta me olhando de um jeito estranho.
- Nos tire daqui! Nos dê armas! Precisamos viver!
- Pedido aceito. Irei tirar vocês daqui. Boa sorte. - Dizia Baljeabb
Por um segundo me sinto estranho, e aparecemos em algum lugar escuro... 

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Capítulo 10: Novidades nem tão boas.

O outro piloto está um pouco assustado. Ele tira a máscara.
- RODOLFO? - Falamos alto em coro
- É, sou eu sim. Não reconheceram minha voz? - Responde com uma cara sarcástica
- Ok, pode nos explicar o que é tudo isso? Você não morre mesmo? - Pergunta Roberto
- Bem, isso é um ataque zumbi. Mas acho que eles não estão sozinhos, monstros estão pela área, os mais diversos. Eu não morro, só de uma maneira... - Diz Rodolfo, mas ao mesmo tempo uma estaca atravessa ele
- Quem diria que um pedaço de madeira afiado mataria um imortal. - Diz o Breno checando o pulso dele
- Por que fez isso Breno?
- Estavam acreditando nele?
- Acho que sim, porque tem um bicho quadrúpede vermelho com uma cara demoníaca atrás de você. - Digo
Ele olha pra trás e recua, ele está apavorado.
O monstro está se aproximando cada vez mais, começamos a atirar e quando paramos, o monstro está caído, Breno ataca de novo, pega a estaca e enfia na cabeça do monstro.
- Ok, zumbis chegando galera! Vocês sabem o que devemos fazer! - Breno grita
Atiramos muito, não deixamos eles chegarem perto de nós mas então. As balas acabam.
- Já sei! - Digo correndo para o lado oposto de onde os zumbis vem, eu acho.
Corro até o prédio que deveria ser da manutenção, o último andar está caído de lado, mas por dentro não tão destruído, vai ver só botaram a bomba no primeiro andar. Entro pela janela e pego um extintor, na verdade pego três. Isso é pesado demais. Volto andando e cansado, dou um pra Pamella, outro pro Breno e outro comigo.
- Acho que é a nossa única salvação! - Grito
Acontece alguma coisa familiar, vejo terra na minha cara. Caio, um barulho de explosão. Explodiram o colégio de novo?
Nos levantamos, dessa vez não sobrou nada, é como se estivessem começando a construir isso aqui. Tropeço andando pelas pedras no chão. Nos unimos de novo e descansamos, já está muito tarde, na média 2 da manhã, eu acho.
Me levanto, todos já estão acordados.
- E então galera, o que vamos fazer? - Pergunto
- Vamos sair daqui de uma vez, lógico.
- Ok, vamos pra onde?
- Não sei, vamos entrar em um prédio e ficar lá por um tempo
- É, pode ser... Eu acho. Mas... Estamos sem balas!
- Por isso que não vamos mais usar armas, e sim armas pra enfrentá-los cara a cara!
- E eu tenho alguma? - Pergunto
- Toma essa - Diz Roberto, me entregando um facão
- Eles estão vindo! - Grita Breno, entusiasmado com a estaca
Não tinha visto isso ainda, esqueletos sem cabeça pegando fogo, metade escorpião metade homem, harpias, minotauros, abóboras gigantes de halloween... São muitos! Corremos em direção deles e começamos a descer o pau... Arg! Um corte! 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Capítulo 9: Mas o que será tudo isso?

- Adeus! - Grita Pedro.
O helicóptero sobe. Não acredito... Olhamos para baixo, porque Pedro nos deixou? Damos a última olhada no helicóptero, alguma coisa está caindo... O piloto pulou! O helicóptero começa a descer descontrolado enquanto corremos na direção do piloto. O helicóptero se choca e explode no chão quando chegamos ao piloto
- Por que pulou? - Pergunto indignado
- Porque não tinha mais gasolina ué.
- E por que deixou ele lá?
- Só tinha um, paraquedas, e aqui é si por si. - Ele responde
- Calma gente, um traidor morreu! - Diz Roberto
Dou um tiro bem no peito da Júlia, as pessoas gritam pra mim porque eu fiz isso. Tiro um papel do bolso dela, era um plano de fuga, envolvendo o helicóptero 250 e mostro para todos. Eu sabia que ela tinha algo a esconder.
- Parece que ela queria fazer a viagem sozinha não? - Digo aos meus amigos
- É verdade. - Diz Stephanie
- Mas como sabia? - Completa Rogério
- Dava pra ver, estava na cara que ela estava acontecendo alguma coisa. Um helicóptero chega por trás de nós, na lateral está escrito 250, é o nosso helicóptero.
- Quem de vocês é a Júlia? - Pergunta o piloto olhando para as garotas, parece que ele não a conhece
- Eu sou - Diz a Camila, mentindo.
- Então suba aqui, depois eu volto pra pegar vocês ok? - Diz o piloto do helicóptero 250. Camila dá um tiro nele, sangue frio. Perfeito.

Capítulo 8: Mais traições, mais mortes.

Ouvimos mais vozes, vem da esquerda, mas ao mesmo tempo da direita, tenho a impressão que vem de todos os lugares.
- Vamos embora - Diz Camila quase chorando junto com a Pamella
- Não, não deve ser nada demais... - Sou cortado por uma coisa muito estranha
Algo passa do nosso lado, algo grande, vermelho, com sons de berros, de pessoas assustadas. Acho que agora é hora de entrar em pânico
- Aí! Mostra a cara seu animal! - Berra Caio para aquela coisa
De repente uma fumaça, vermelha, deve ser aquela coisa que passou por nós fica cara a cara com o Caio. Ele desmaia e ela vai embora.
- Ei gente, o Caio não só desmaiou, mas desmaiou pra sempre. - Diz Roberto vendo o pulso dele
- Ok, um morreu, mas não vamos entrar em pânico ok?
- Ok, vamos subir de uma vez? - Diz Isabel, ela é meio gótica sabe, ela gosta de coisas desse tipo...
- Olá senhores cavalheiros. O que fazem na minha humilde casa? - Diz uma voz
- Ahn, quem é você? Cadê você? - Pergunto muito confuso
- Eu sou eu, vou me mostrar, mas vocês já me viram - Diz a voz
De repente a fumaça vermelha aparece na minha frente. Prestes a me matar, faço um movimento pra me defender, mas estou com muito medo.
- Hahahaha, gostei dessa. - Diz a fumaça, pelo menos eu acho que é ela - Eu não vou te matar, mas sabe, aquele seu amigo não estava me deixando confortável.
- O que é tudo isso? - Pergunta Júlia
- Tudo isso? É minha casa oras. - Responde a fumaça, não entendendo muito a pergunta
- Não, não, ela diz da situação. - Diz Breno
- Ah, estou acompanhando vocês desde que a explosão aconteceu.
- Como? O quê? Quem é você?
- Estive perto de vocês em lugares que não podiam me ver, eu sou Baljeabb. O Deus de tudo.
- Como? Deus? - Pergunto confuso
- Não acredita em Deus? - Ela responde
- Acredito, é mais ou menos. - Respondo
- Vamos lá, você sabe quem sou eu, te acompanho a vida toda Felipe, você já pesquisou sobre mim.
- Ahnn, como sabe tanto sobre mim? - Pergunto muito confuso
- Já te disse, acompanho você desde o seu nascimento. - Ela diz enquanto some
- Isso não pode estar acontecendo. - Digo para mim mesmo, bastante confuso.

- Ok, o que vamos fazer? - Pergunta Fernanda
- Não sei... - Digo
- Como aquela fumaça te conhece?
- Eu estou tão confuso quanto vocês, e eu nunca pesquisei sobre... - Digo completando a frase - Já sei! Deve ter sido o livro que eu peguei! - Ele estava na minha mão o tempo todo, menos quando eu pulei, soltei-o primeiro para ver se era muito fundo. Sabe, nunca se sabe quando é preciso de um livro de zumbis... Num ataque zumbi
Abro o livro, e vou na última página, é um pequeno capítulo sobre o Deus de tudo, Baljeabb.
- Para invocar Baljeabb, você precisa de duas pessoas no mínimo gritando: Socorro! Minha alma! E mais duas gritando: Por favor! Ajudem-nos! - Falo lendo o livro em voz alta
- Parece que sabe como eu chego até vocês não é? - Aparece aquela fumaça, Baljeabb - Porém, vocês terão muitos desafios pela frente, se quiserem voltar ao labirinto, entrem na porta à esquerda. Outras coisas estarão esperando por vocês. - Complementa.
Acredito nele, não sei por que. E meu grupo me segue, Quando entramos, estamos de volta naquela sala aonde Isabel pulou primeiro.
- Vamos subir. - Digo
- Não! Tudo ali em cima está apagado! - Responde Breno
- Ok, tchau pra vocês - Retruco
Sabia que isso ia funcionar, eles me seguem, realmente está muito escuro, tenho que andar tateando as paredes e... - Ai! Bati com a cara na parede, pelo menos deve ser uma parede.
- O que houve? - Pergunta Carolina
- Eu bati com a cara nessa... - Tateio a ‘parede’ e vejo que é uma porta! - Gente! Achei uma porta!
Eles comemoram junto comigo. E entramos nela, saímos no sexto andar, pelo menos eu acho que é, já que está tudo explodido. Tenho essa impressão por causa dos livros, são muitos.
- Ei galera! Resgate! - Diz Roberto entusiasmado
O helicóptero desce e o primeiro a entrar é o Pedro. Quando Roberto vai subir Pedro dá um chute nele, que faz com que Roberto caia no chão

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Capítulo 7: Segredos revelados, e mais segredos?

- Não podemos nos separar. - Digo
- É verdade! - Diz Stephanie
- Estou bem! - Grita Isabel lá em baixo.
- Podemos descer então?
- Sim, aqui não tem nada demais! Só uma sala, e tem como subir por uma escada! - Responde Isabel
Mas não acredito nela e digo:
- Então suba!
- Tudo bem! - Ela responde enquanto volta aqui pra cima
Agora acredito nela, sabe, só acredito no que vejo, e ela está muito bem, até um pouco feliz. Estranho
- Podemos descer? - Pergunta Roberto baixinho pra mim
- Vamos - Respondo baixinho pro Roberto
Pulamos e levantamos, é, a Isabel não estava mentindo, é só uma sala.
Mas espera aí... Tem alguma coisa brilhante na parede... Dou um chute e com facilidade ela cai
- Voilá! - Digo
Prosseguimos pelo caminho que abri e vemos uma porta enorme, e ao lado, uma placa quase despencando com os dizeres: Só entre se tiver coragem. Pelo menos eu acho que é isso...
- Vamos? - Digo sorridente com uma cara de sarcasmo. Porém todos aceitam
- Mas como vamos abrir a porta? - Pergunta Pamella
- Empurrando ué. - Respondo enquanto empurro. É muito pesada mas consigo abrir uma fresta - Vamos?
Todos nós entramos, um de cada vez, tem uma neblina aqui dentro... É tipo uma mansão em pedaços. Me assusta um pouco.
- E agora? - Pergunta Júlia
- Não sei, vamos subir ué. - Roberto responde
Olhando rápido para o lado vejo o Rodolfo olhando fixamente para mim, mas com um certo sorriso. Logo depois ele some. Sabe, acho que ele não fez nada de ruim, a menos aquela hora que ele disse: Você é o próximo. Fiquei tenso naquele momento
- Você não vem? - Pergunta Pamella segurando meu braço e me puxando
- É, vamos
No mesmo instante ouço vozes. Mas parece que não sou só eu pela cara dos meus amigos.
- Cara, Eu prefiro morrer mesmo. - Diz Breno
- Não vamos morrer cara, fica tranquilo.

Capítulo 6: Mais confuso do que nunca

- Não pode ser! O Rodolfo deve ter se unido a eles! Espera aí... Esses nossos amigos, estavam no sexto andar... O Rodolfo deve ter dado um jeito de ir antes de tudo acontecer!
- E agora? - Pergunta Pamella um tanto quanto assustada, igual a nós.
- Já sei. - Responde Roberto.
- Vamos fazer assim, nos dividiremos em grupos, Rodolfo com a gente ok? - Exclama Roberto
- Tudo bem! Vamos investigar a área e vocês tentam ir pelo outro lado! - Responde Camila
Enquanto vasculhamos, Rodolfo pergunta como foi conosco até agora.
- Deixa de ser cínico! - Você estava conosco o tempo todo! Você matou a Bia! - Sussurro para ele
- Ok então, que tal fazermos as pazes?
- Como é que você não morreu?
- Longa história - Responde Rodolfo voltando para o outro grupo
- Ei gente, olha o que eu achei! - Diz Pamella
Uma escada, sinistro... Isabel vem do nosso lado e diz: Tudo bom?
- Eeeeeeei! Calma aí né! Quer matar a gente de susto? - Pergunto assustado
- Não ué! - Responde Isabel
- Quer descer aí? - Pergunta Roberto
- Se todos forem eu vou - Responde Isabel
Nós aceitamos e descemos... é muito escuro e está ficando molhado... Molhado? Estranho. Todo o outro grupo nos segue, paramos quando eu pergunto alto para o Rodolfo:
- Por que você matou a Bia? Como você não morreu?
De repente a Bia chega por trás de mim, tomo um susto, então ela explica:
- Calma, eu e Rodolfo somos imortais, pois é, mas não podíamos contar isso... O Rodolfo não tentou me matar, foi mais ou menos um teste para ver até aonde vai a bravura de vocês de descobrir o que está acontecendo.
- Então tudo que está acontecendo, é armado contra a gente? - Pergunto muito confuso e assustado, como o resto do grupo
- Não, isso nem nós sabíamos. Agora subam de novo e fechem a porta, nos vamos mudar um pouco aqui.
Ainda confusos, nós aceitamos, todos. Os únicos que ficam lá dentro são Rodolfo e Bia, fechamos a porta, de pedra. Mas por uma fresta conseguimos ver uma luz muito forte e clara, decidimos abri-la e vemos que o corredor tem paredes vermelhas de veludo muito bonitas, como um extenso papel de parede só que feito de veludo... Existem também muito quadros nas paredes dos corredores, muito corredores, o chão está um pouco molhado, estou maravilhado e confuso ao mesmo tempo...
- Ei, vamos fechar aquela porta, zumbis podem entrar por lá! - Diz Isabel já fechando a ‘porta’


- Espera um pouco, cadê o Rodolfo e a Bia? - Pergunta Fernanda
- É mesmo, será que eles foram para outros corredores? - Respondo
- Ou será que isso é um labirinto? - Deu a ideia Roberto, uma lógica ideia
- É verdade! Isso deve ter sido uma armadilha, as luzes ligaram, paredes vermelhas, quadros, o que aconteceu aqui? - Pergunto
Enquanto andamos a Isabel volta, e continuamos o percurso. Definitivamente isso é um labirinto...
- Alguém me ajuda! - Grita uma voz distante
- Não vamos, pode ser uma armadilha - Digo baixo
Mas Carolina não me escuta, eu mal tinha percebido ela no outro grupo, ela vai e a seguimos e quando chegamos no lugar, vemos um defunto de uma mulher.
 - Vamos sair daqui. - Digo - Aqui não é seguro gente.
- Como? Nos perdemos! - Responde Pedro, também do outro grupo
- Já sei, vamos nos guiar pelos quadros! Eu lembro que o primeiro quadro à direita é de uma mulher bem velha com cabelos longos, e com a cara um pouco fechada. - Respondo
- Espera um pouco... Não tem mais zumbis? - Pergunta Luís
- Parece que não. - Responde Fernanda
- Vamos procurar galera! O quadro! - Exclama Caio.
De repente abre um buraco preto, muito escuro mesmo no chão, ninguém caiu, sorte.
- Agora não podemos mais voltar por aí. - Diz Carolina
- É verdade, mas e se alguém de nós pulasse? - Respondo
- Seria muito arriscado... - Diz Breno
- Eu posso ir ué. - Retruca Isabel enquanto pula
De repente ouvimos um grito, não dela, mas um tanto quanto perto de nós e assim o Rogério tem a ideia:
- Vamos nos dividir, um grupo fica aqui e vê a Isabel e o outro procura esse grito.
- Calma aí, Rogério, sua irmã tem um walk talk? A da 19? - Pergunto curioso sobre a história que o Rodolfo me contou
- Não. - Responde Rogério
- E você foi lá na 19, antes disso tudo acontecer? - Pergunta Fernanda me completando
- Também não. Por quê? - Responde e Pergunta ao mesmo tempo, Rogério
- Nada não. - Roberto diz.

Capítulo 5: Zumbis mutantes? O QUÊ?

- DIPRIOS! - Berro, sem sentido? Pois é, mas acontece, agora me sinto como o Roberto naquele momento.
Esse Diprios tem o poder mais absurdo que eu já vi, ele faz tudo feder, cheiro horrível, dor de cabeça, apagando... Apagando? Ah não, vou desmaiar, mas não consigo lutar contra esse cheiro.
Acordo lentamente com um rosto em cima do meu, Isabella! Quase nunca a vejo, mas ela está me ajudando bastante. Olho em volta, todos desmaiados ainda, estamos no mesmo lugar, Isabella sumiu! O que houve? Será que ela matou todos os zumbis?
  Quando vou acordar meus amigos, vejo Rodolfo, olhando para mim e dizendo:
- Você é o próximo. - Depois disso, ele some.
Me sinto estranho, mas acordo meus amigos do mesmo jeito. Roberto me olha com uma cara estranha, passam uns 2 segundos e percebo que não é pra mim, um zumbi está lentamente chegando perto de mim! Tomo um susto, caio de lado, rasgo a pele do zumbi com a mira arma (que pele horrível) Ele grita e atiro nele. Nossa, foi por pouco... Acordo a todos, estamos um pouco tontos e a TV está ligada?! Está passando um jornal sendo transmitido de São Paulo!
- Boas novas, galera! Parece que só o Rio de Janeiro está infectado! A polícia está tentando conter os zumbis de ataques em outras cidades! - Respondo olhando fixamente para a TV
Eles comemoram
- Shhh! Vamos ver, diz Roberto
- Ah não, o governo vai explodir o colégio! Daqui a 10 minutos! O QUÊ? - Digo maluco
- Vamos, respondo correndo para o elevador. Já sei aonde podemos nos salvar!
Eles me seguem, é lógico, pensem só, se formos para um lugar grande e plano, não tem chances de morrermos esmagados!
  No meio do pensamento fico surdo e apago.
Vejo poucas pedras em cima de nós, e a escola em pedaços... Me levanto e ajudo os outros...
- Ei! - Uma voz distante grita
- Sou eu, a Camila! Felipe? Roberto? Pamella e Fernanda? - Ela se aproxima, e não está sozinha... Espera aí...
- Gente, olha ali - Digo baixinho para o meu ‘grupo’ para o outro não ouvir - É o Rodolfo!
Fernanda responde sussurrando:
- É verdade, como ele ainda está vivo?
- Pode esperar um estante? - Pergunto a Camila enquanto nos afastamos.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Capítulo 4: Loucura

- Então é isso, Fernanda Roberto e Bia num grupo, Pamela, eu e Rodolfo no outro, perfeito - Digo
- Não, não podemos escolher pelos outros! - Responde Fernanda
- É verdade, quem quiser ir com o Roberto que vá, quem quiser vir comigo que venha
Os grupos se dividem, Fernanda e Pamela vem pro meu lado, Rodolfo e Bia para o lado de Roberto.
- É isso, vamos.
Decidimos que cada grupo fique com um walk talk, meu grupo sobre pelas escadas e depois pegamos o elevador, para chegar no último andar, só de elevador mesmo, estamos com sorte, o outro grupo não chegou aqui ainda e podemos esperar e analisar um pouco como estamos, e descansar, lógico.
O outro grupo vai para o laboratório de ciências, já que como eu, Rodolfo é aplicado em Ciências e pode criar um antídoto contra os zumbis, acho difícil já que eu não consegui, não tem todos os materiais e demoraria semanas...
Roberto, Bia e Rodolfo olham para a janela que pulamos, e assim, Rodolfo empurra Bia e Roberto, mas eles não caem na piscina, só o Roberto. Rodolfo ficou maluco, e Bia está morta, Roberto corre desesperado e já que está com o walk talk (Aqueles que possuem GPS e são à prova d’água) nos chama e pergunta nossa localização, ele explica tudo o que houve no caminho. Esperamos até ele chegar a nós.
- Vamos migrar daqui, o Rodolfo deve ter me seguido! - Diz Roberto

- Calma aí, como assim? - Pergunto
- Vamos logo! - Responde Roberto correndo
Corremos juntos e vemos Rodolfo, ele está indo por outro caminho, talvez um atalho! Quando olhamos Rodolfo está na nossa frente... Mas como?
- Olá amigos! - Diz Rodolfo olhando seriamente para Roberto.
- É... Olá... Eu acho - Respondo meio sem jeito
- Se afaste Rodolfo, ou eu vou ser obrigada a atirar! - Diz Fernanda
Rodolfo não obedece, Fernanda atira no peito dele uma vez. Ele ri. Ela atira mais uma vez, ele ri de novo. Sangue está saindo da boca dele, começamos a correr muito
- Olá amigos! - A mesma cena, Rodolfo na nossa frente de novo
- O que você quer cara? Por que matou a Bia? - Roberto pergunta.
- Era o meu trabalho... - Rodolfo responde
Começamos a correr, muito, até chegarmos no elevador. Quando a porta abre...
- Sobe ou desce? - Pergunta Rodolfo com marca de tiros no peito, sangue escorrendo pela boca e rindo um pouco... Corremos e Rodolfo aparece na nossa frente, é como um Déjà vu. Corremos mais e Rodolfo some de vez.
- O QUE FOI AQUILO? - Pergunta Pamella
- Olha, eu não quero saber, vai que é uma ilusão, o Rodolfo deve ter se matado, depois de zumbis aqui, eu não duvido de mais nada - Respondo
Ataque de zumbis! Atiramos nos pés, braços, cabeças, braços de novo até não aguentarmos mais, e ficarmos sem bala. Game over, acabou, não temos como atirar, a menos que... É isso! Os carregadores! Recarregamos as armas e não precisamos mais correr.
  Algo puxa Pamella e Roberto vai salvá-la, até ele ver uma incrível mutação de zumbi que pode esticar seus braços, é muito diferente e estranho, o braço dele é verde e fino, e fede, não sei se ele fede, mas vocês entenderam... O apelidamos de Mordius, não faço a mínima ideia, mas foi o que o Roberto gritou quando o viu, Atiramos nele até ele sumir, ele foge, odeio isso. Depois, Roberto salva Pamella mas um outro zumbi mutante aparece, ele é enorme, estranho, e o pior, ele baba... Uma coisa verde!

Capítulo 3: Traições e intrigas

No outro grupo não fica assim tão fácil, eles estão no último andar, e não pensam em dormir, mais de 300 zumbis. Eles falam muito alto ao som dos tiros
- Que romântico! A lua está linda e existem centenas de zumbis tentando nos matar! - Diz Pamella falando alto para que o som das balas não interrompa a sua frase.
Eles correm para algum lugar sem teto e veem que a lua está linda, lua cheia. Pamella se atreve e se debruça no parapeito da cobertura. Ela quase cai, está se segurando por uma mão, mas não pode gritar, pois o som atrai os zumbis. Rodolfo vai socorrê-la e quase a deixa cair, mas no fim a puxa e a deixa bem.
- Obrigada - Responde ela
Rodolfo tenta dizer um obrigado beijando-a, mas ela recusa, andando um pouco para trás.
Eles dormem sem se preocupar, o único jeito de subir na cobertura é por elevador, e acho que zumbis não sabem usar um.

Está clareando, o único que ainda dorme é o Roberto. Fernanda e eu pegamos nossas armas e miramos para a cabeça dele, ele está muito diferente e na cara tem um plano. Eu decido acordá-lo para fazermos um trato. Ele se levanta com calma e diz que tem um plano, na mosca! Acertei, mas para mostrá-lo precisamos confiar nele e abaixar as armas. O que devemos fazer? Ficamos confusos...
Bia acorda desnorteada, e no seu relógio vê que são 11 horas da manhã, acorda os outros do grupo.
- Devemos ficar aqui ou não? Devemos procurar o outro grupo? - Diz Bia
- Não, vamos ficar aqui, eles que nos achem - Diz Rodolfo um tanto quanto mal-humorado.
- Mas e se eles estiverem mortos? - Retruca Bia
Pamella parece estar confusa e triste, ontem mesmo ela estava mais confiante do que nunca, estranho...
- O que devemos fazer Pamella? - Bia pergunta
- Não sei, estou confusa, procurem o outro grupo e depois me chamem.
- Vocês ficam. Eu dou uma olhada rápida e marco um encontro para os dois grupos ok? - Rodolfo deu a ideia.
- Tudo bem - Dizem Bia e Pamella juntas.
Rodolfo desce por escadas, mais seguro desde que aconteceu ontem, quando ele abre a porta um barulho gigante atrai muitos zumbis!
- Droga! - Rodolfo reclama
Ele atira demais, braços, rins, pernas e até olhos voam para o alto até que... Rodolfo fica sem balas, o que ele faz é correr muito até ser acobertado por alguém...
- Isabella! - Ele grita
- É! Sou eu! Agora, corra!
Rodolfo corre demais e Isabella some...
- Bem, vocês sabem que o colégio foi feito em cima de uma biblioteca abandonada - Diz Roberto.
- É, e a biblioteca foi feita em cima de um cemitério de padres, sim. - Continuo.
- Ei! É o Rodolfo! - Grita Fernanda
- Pois é, sou o Rodolfo e sem balas.
- Mas você tinha dois carregadores!
- Pois é, e eu gastei tudo procurando vocês, fiquem na piscina que eu vou chamar a Bia e Pamella.
- Ok - Responde Roberto.
Rodolfo pega um rádio, walk talk e chama Bia e Pamella
- O quê? Você tem um walk talk e não nos contou? - Diz Fernanda indignada
- É, tenho, peguei numa sala, da 19 - Responde Rodolfo
Eu e Roberto nos encaramos e pensamos na possibilidade disto acontecer. Zero.
- Não minta - Digo
- Não estou mentindo, o Rogério tem um walk talk e a irmã dele da 19 também, lembra quando ele foi pra lá pra falar com a irmã dele? Então. Eles foram pegos - Responde Rodolfo.
Bia e Pamella chegam cansadas e sem balas também.
- Vamos pegar uns papéis de caderno e caneta para planejarmos um plano, devemos mudar os grupos...

Capítulo 2: Isso não pode estar acontecendo

- Vamos logo, diz Bruna.
Os zumbis entram no ginásio, uns 30. Em segundos eles morrem, Não sabia que Rodolfo conseguia matar em média 30 zumbis sem recarregar a arma.
- VAMOS! - Rodolfo grita, do lado de uma porta do outro lado do ginásio
Todos corremos até lá e acabamos com os zumbis do caminho, menos um e isso nos custou a vida de uma amiga.
- AAAAH! - Grita Bruna, caindo da escada
Ela morre. Escorrem lágrimas no olho de todos, mas prosseguimos.
Vamos para a piscina do colégio para termos uma visão das entradas importantes dele. Nenhum zumbi. Hora de conversar sobre isso.
- Me expliquem melhor, como sabiam? Por que nós temos que matar esses zumbis? Por q... - Fui interrompido
- Vem cá, existem mais de mil zumbis nesse colégio, não quer sobreviver? - Diz Fernanda.
- Desculpa, mas vocês estão errados. Devíamos nos separar, Eu, Roberto e Fernanda num grupo. Rodolfo, Pamella e Bia no outro, vamos acabar com esses zumbis de uma vez. - Digo furioso.
Meu grupo vai pelas escadas, enquanto o outro pelo elevador, Nenhum sinal de zumbi.
- Limpo! - Diz Roberto
- Tirando aquele zumbi gigante correndo na nossa direção! - Berro
 Ele acerta Fernanda, Roberto e eu atiramos sem parar, e a Fernanda tenta sair dos braços do zumbi, ele dá um soco fatal no Roberto e depois morre. Verifico Fernanda e Roberto, Roberto está com um problema nas costas, mas continuamos subindo até a biblioteca, onde achamos o livro misterioso da bibliotecária, fala sobre zumbis. Incrível...
- Matar zumbis não adianta, fujam. - É uma voz familiar... Isabella!
- Isabella? - Pergunto.
- É, sou eu! - Nos cumprimentamos e tiro algumas dúvidas
Os zumbis chegam na biblioteca, são muitos, mesmo assim tentamos detê-los.

Enquanto isso no outro grupo...
- Aonde será que eles estão? - Pergunta Bia
- Num lugar seguro. - Responde Rodolfo.
O elevador para. Acabou a luz. Eles entram em pânico.
- DROGA! - Diz Pamella, desesperada
- Ok, não tem como um zumbi entrar aqui mesmo - Responde Rodolfo.
- Eu não sabia que atirava tanto assim Isabella! - Digo surpreso.
- Vamos sair daqui! - Diz Isabella correndo
Isabella é uma antiga aluna daqui, minha melhor amiga, e ela voltou!
Corremos, um zumbi pega minha arma, ainda bem que eles não sabem usar essas coisas! Dou um chute no zumbi e pego ela de volta. Fui golpeado.
Acordo sendo carregado pela Fernanda, estão tentando entrar no laboratório para criar uma fórmula para acabar com os zumbis, espera...
- Vamos Felipe, você tem que criar uma fórmula, para acabar com os zumbis - Diz Fernanda
- Foi mal, mas eu não sei como fazer...
- Faz logo! - Grita Roberto, não deixando nenhum zumbi entrar no laboratório
- Não dá ok? Entenderam? O que vamos fazer é pular dessa janela para a piscina de novo e tentar achar o outro grupo! - Grito
Eles concordam e pulamos. A piscina era ridiculamente rasa ano passado, mas nesse ano eles aprofundaram, Deve ter 20, 25 metros. Impressionante. Saímos ensopados, e nenhum sinal do outro grupo.
- Vamos ‘acampar’ aqui - Diz Roberto
Concordamos e dormimos. Enquanto isso volta a luz, mas se depender da luz da Lua, está completamente escuro.
Fernanda acorda lembrando que os zumbis podem nos pegar enquanto dormimos, compreendemos e criamos uma armadilha, caso eles passem pelo perímetro do acampamento, nós vamos ser alertados, porque ele está com uma corda ligada à um ‘copo’ que achamos na cantina. Ele está cheio de pedras dentro, ligado à corda e então, caso algo passe do perímetro um som de pedra nos acorda, demoramos quase meia hora para pensar nisso, e então 
voltamos a dormir.

Capítulo 1: Perdido

Essa é a minha história sobre zumbis, os personagens são reais mesmo eu postava ela  no www.xaropebox360.blogspot.com mas mudei, bem vindo e aproveite a história :D

Cheguei na escola, primeiro dia de aula. Pessoas novas? Talvez. Chego, minha casa é bem perto, uns 30 metros ou menos, acredite.
As primeiras pessoas que eu vejo são antigos, é. Beatris Mady (com ‘s’ mesmo), Rodolfo e Roberto, subimos e chegamos na sala, quarto andar. A única garota nova na sala se chama Pamella, pelo menos eu acho que se escreve assim. Mas algo estava diferente, tinha certeza... Aula normal e recreio depois, Roberto vai à algum lugar com Rodolfo, Bia Mady, Pamella, Bruna e Fernanda. Sigo-os discretamente sem eles saberem e chegamos na garagem do colégio... Garagem? Será Roberto e Rodolfo pedófilos mirins? Acho que não, mas que estranho, a porta para o ginásio está aberta. Eles vão, e eu vou atrás e de repente, um arsenal de armas, todos armados. O que será isso? A Pamella? Ela parece ser bem tímida, o que ela ia fazer com armas? E a Bia Mady, contra a violência... enquanto eu penso eles me veem, Ops!


- Felipe! - Todos dizem ao mesmo tempo
- Hehe, oi - Respondo meio sem graça
- Toma. - Roberto me entrega uma arma totalmente customizada, se desse pra ver eu acharia que era uma M4. Mas isso não importa.
- Surpreso? - Bia Mady responde.
- Nãããão, meus amigos estão armados até os dentes e me mandam uma arma e nem fico preocupado.
- É verdade, esquecemos te de dar os carregadores, toma 6 - Responde Roberto.
- É. Não era isso mas obrigado.
- Eles estão vindo, muitos, vamos nos apressar... - Diz Pamella
- Ok, me expliquem. - Respondo confuso.
- Zumbis estão no perímetro do colégio, e vamos impedir. - Diz Fernanda
- Zumbis? - Respondo ainda mais confuso.
~Felipe Wins.