Provavelmente foi uma harpia. Ela vai pagar!
Atraio a atenção dela correndo de um lado para o outro e finjo que caio, ela vai me atacar quando o facão atravessa sua pele. Não sabia que eu era assim tão bom, olhos pros lados, monstros. Mas cadê o helicóptero?
Corro em direção dos meus amigos
- Ei, onde está o helicóptero? É aquilo pegando fogo?
- É sim, foram aqueles esqueletos! - Responde Luís
Começo a bater pra valer, até que esse escorpião homem pega meu facão.
- Ajuda por favor? - Peço para meus amigos
O escorpião grita de dor, Breno e sua estaca.
- Te salvei não é? - Diz Breno
- Pois é, estou te devendo uma! - Sou cortado por algo nas minhas costas, fui golpeado por uma harpia! Mas fui salvo, agradeço a Fernanda e pego meu facão.
Mais monstros? Um fazendeiro com uma marreta gigante, esqueletos em formas de dinossauros, alguns robôs monstros, um demônio gigante que pega fogo, tudo que você imaginar! E junto com eles, zumbis!
Começamos a correr muito, mas o espaço é todo aberto, a menos que...
- Gente, me sigam! Tive uma ideia! - Grito aos meus amigos enquanto abro aquela porta de pedra, tudo está como antes, o corredor, quadros e uma parede vermelha.
- O que viemos fazer aqui? - Pergunta Luís
- Você vai ver, vou fechar a porta, não sei se vai adiantar, por isso temos que ser rápidos - Respondo
Grito:
- Socorro! Minha alma! Alguém me ajude! Por favor!
Baljeabb aparece, eu sabia!
- Olá de novo humano. - Diz ele
- É, oi. Precisamos de ajuda!
- Em quê?
A porta está batendo, eles vão entrar!
- Tem monstros lá fora! Feche essa porta direito Baljeabb! - Grita Fernanda
Baljeabb fica parado. E os barulhos na porta param.
- O quê você fez? - Pergunto
- Ajudei vocês, e então. O que realmente querem? - Ele pergunta me olhando de um jeito estranho.
- Nos tire daqui! Nos dê armas! Precisamos viver!
- Pedido aceito. Irei tirar vocês daqui. Boa sorte. - Dizia Baljeabb
Por um segundo me sinto estranho, e aparecemos em algum lugar escuro...
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