segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Capítulo 12: Tudo novo.

Parece, não sei. Um Metrô...
- Ei galera! Armas! - Diz Breno
Cada um pega uma arma, menos uma que sobra, então eu vou lá e pego pra mim. Mas mesmo assim me sinto estranho.
- Olá! Gostaram do novo lugar? - Só ouvimos a voz dele, Baljeabb.
- Não muito
- Bem, foi o pedido de vocês. Agora eu tenho o meu pedido. E ele tem que ser aceito.

- Certo, pode falar. - Fica até difícil de ver os meus amigos de tão escuro, só vejo uma pequena luz, no fim desse longo túnel
- Agora, eu quero um corpo, preciso de uma alma nova. Agora - Diz Baljeabb
- Não podemos fazer isso!
- Não estou pedindo, isso é uma ordem. - Diz ele
- Eu vou - Diz Rogério.
- Não, eu posso ir também. - Fala Breno
- Só um. - Não sei por que, mas Baljeabb só quer um.
- Ligue a luz então Baljeabb.
As luzes se acendem, bem melhor, sabe... Aqui nem é tão assustador. Luís dá um empurrão tão forte em Roberto com que faz que caia na frente de Baljeabb
- Você vem comigo. - Diz Baljeabb com uma voz, um tanto quanto... Fria.
Roberto fica indignado:
- Eu? Por que eu?
Baljeabb responde:
- Não você. O que te empurrou.
- Luís. - Diz Carolina, bem baixinho do meu lado
- Esqueceu que eu sou Deus? Eu sei quem foi. Venha agora. - Baljeabb diz para Luís. Lógico.  Luís some, só ouvimos o grito dele.
Tento falar com o grupo, para ninguém ficar muito amedrontado, não tanto quanto eu:
- Ok, somos só 10, dá pra sobreviver.
- O quê? Dá é? Aquele Deus matou um dos nossos! - Diz Carol
- Esse ‘um dos nossos’ tentou matar um dos nossos também, lembra? - Respondo - Só não podemos nos perder, vamos.
Caminhamos lentamente. Tudo aqui está destruído. Essas armas não existem, nunca as vi, e olha que eu jogo muito jogos de guerra, mas elas parecem... Futurísticas.

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